Mostrar mensagens com a etiqueta MOÇA DA MUSICA. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta MOÇA DA MUSICA. Mostrar todas as mensagens

sábado, janeiro 10

ANTONIO ALEIXO

" Tem a musica o poder

de tornar o homem feliz

nada nos sabe dizer

tanto quanto ela nos diz"

terça-feira, novembro 25

HOJE

esta tinha que cá vir parar, foi a primeira a dizer-me Bom Dia.....
acompanhou todo o meu percurso de tormentas e não só....


Não há frio que resista....

Bom som também para vocês e montes de mimos

segunda-feira, agosto 4

CUMULO DA IRREVERÊNCIA

O som de hoje vem na sequência do post anterior, quem não se lembra ( os da minha geração, claro)?

sábado, agosto 2

MIKIS THEODORAKIS

Sensações boas, envoltas na ternura que só os 13 anos podem ter, foi exactamente nessa altura que a ouvi pela primeira vez, trazida numa cassete (escutada tantas vezes, quanto aquelas que a fita permitiu), pela mão de alguém que constituiu, também ele, um dos agentes formadores fundamentais pra mim. Alguém que me marcou muito, em muito pouco tempo, para aquilo que eu queria aprender com ele - Pedro Cunhal - é exactamente esse que estão a pensar, sobrinho do Álvaro e filho da Eugénia, dos três irmãos ( Pedro, Miguel e Duarte), era do Pedro aquele de quem eu mais gostava, tinha uma paciência infinita para escutar crianças, falar com elas e mostrar-lhes um mundo completamente desconhecido e fascinante que hoje me apetece dividir.

terça-feira, julho 29

MOZART

O piano tá na sala, mas eu não sei fazer isto...... assim

MAR E MUSICA

Recorda-me muito bons momentos a contemplar a praia do mar do norte ( Sines), horas infinitas; por isso sempre que a ouço, cheira-me a MAR!

segunda-feira, julho 28

ALENTEJO E MÚSICA

Há lá melhor combinação! Que orgulho nestes homens, que orgulho em SER ALENTEJANA.

MUSICA E DANÇA

Bem vindos " Meus senhores e minhas senhoras " à sociedade recreativa do Monti........



BONS BALHOS ( o quéu gosto disto)
LINDO, NÉ

terça-feira, abril 22

VOO NOCTURNO

Agora já não vejo o sol
nem o seu reflexo lunar
levo a asas nos bolsos
e o coração a planar
neste voo nocturno
não sei onde vou aterrar

Sinto as nuvens nos meus pulsos
e o leme sempre a consentir
são sempre os mesmos ossos
que eu insisto em partir
neste voo nocturno
só quero mesmo resistir

Agora não existe nada
o meu motor ao ralenti
vou revendo em surdina
tudo o que eu vivi
neste voo nocturno
a madrugada vem aí
Jorge Palma