encurta distâncias, promove sorrisos e outras tantas gargalhadas, fomenta partilhas...
Recebi agora mesmo por mail o que vos vou deixar, porque gosto de umas boas gargalhadas mas gosto mais ainda de as ouvir de amigos que comigo partilham este espaço; aí vai...
ALUNOS INTERESSADOS
No primeiro dia de aulas, numa escola secundária dos EUA, a professora apresentou aos alunos um novo colega, Sakiro Suzuki, vindo do Japão
A aula começa e a professora:
Vamos ver quem conhece a história americana.
Quem disse: 'Dê-me a liberdade ou a morte?'
Silêncio total na sala. Apenas Suzuki levanta a mão: - 'Patrick Henry em1775, em Filadélfia'.
Muito bem, Suzuki. E quem disse: -'O Estado é o povo, e o povo não pode afundar-se?'
Suzuki: - 'Abraham Lincoln, em 1863, em Washington'.
A professora olha os alunos e diz:
- 'Não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana que vocês!
'Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo:
- 'Japonês filho da puta!'
- 'Quem foi?' - grita a professora
Suzuki levanta a mão e, sem esperar, responde:
- 'General McArthur, em 1941, em Pearl Halbour'.
A turma fica super silenciosa ... apenas se ouve do fundo da sala:
- 'Acho que vou vomitar'.
A professora grita:
- 'Quem foi?'. E Suzuki: - 'George Bush Pai, ao Primeiro-Ministro Tanaka, durante um almoço em Tóquio, em 1991'.
Um dos alunos diz:
- 'Chupa o meu pau!' E a professora, irritada:
-'Acabou-se! Quem foi agora?
'E Suzuki, sem hesitações: - 'Bill Clinton a Mónica Lewinsky, na Sala Oval da Casa Branca, em Washington, em 1997'.
E outro aluno diz ao fundo: - 'Suzuki de merda!' E Suzuki responde: - 'Valentino Rossi, no Grande Prémio de Motos de velocidade, no Rio de Janeiro, em 2002'.
A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta abre-se e entra o director, que diz:
-'Que merda é esta? Nunca vi uma confusão deste tamanho!'
E Suzuki, bem alto: -'Mariano Gago para José Sócrates, em 2007, após ter recebido o relatório da inspecção feita á Universidade Independente...'
Ainda trago um gosto a trigo atrás de mim que se me agarrou à alma ao nascer... Sebastião Antunes
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segunda-feira, novembro 24
domingo, agosto 3
DECLARAÇÕES DE AMOR
No monti éi assim
" Minha querida magana, desde aquela vez da palha naquele monti, que fiquestes escarrapacheda na minha alembradura.
- Atã nã foi tã boum, diz lá.
Condolho pra ti, com esses bêços de mula, o mé coração prega purradões nas costelas, parece um tractor arrencando écalitros no montado.
Se mamares cumé tamo, se macheres comé tacho, vamos pedi ó té pai, cassête o nosso acasalamento, GOSTE TI PORRA."
Um encanto!
Na cidade éi assim
Fod.........se meu.......
Qui é minha, Fod..........se
Bora lá, fod...........se estendé na horizontal, fod.........se
.....................................................................................da...........se
Vá bora, dêtara, fod.................se
Muito criativo, erótico e atraente, acima de tudo, romântico!
" Minha querida magana, desde aquela vez da palha naquele monti, que fiquestes escarrapacheda na minha alembradura.
- Atã nã foi tã boum, diz lá.
Condolho pra ti, com esses bêços de mula, o mé coração prega purradões nas costelas, parece um tractor arrencando écalitros no montado.
Se mamares cumé tamo, se macheres comé tacho, vamos pedi ó té pai, cassête o nosso acasalamento, GOSTE TI PORRA."
Um encanto!
Na cidade éi assim
Fod.........se meu.......
Qui é minha, Fod..........se
Bora lá, fod...........se estendé na horizontal, fod.........se
.....................................................................................da...........se
Vá bora, dêtara, fod.................se
Muito criativo, erótico e atraente, acima de tudo, romântico!
terça-feira, julho 8
RELATO DE UM SOFREDOR
Estava eu a ver TV numa tarde de domingo, naquele horário em que não se pode inventar nada para fazer, pois no outro dia é segunda-feira, quando a minha esposa se deitou ao meu lado e começou a brincar com minhas 'partes'.
Após alguns minutos ela teve a seguinte ideia:
- Por que é que não me deixas depilar os teus 'ovinhos', pois assim eu poderia fazer 'outras coisas' com eles.
Aquela frase foi igual a um sino na minha cabeça. Por alguns segundos imaginei o que seriam 'outras coisas'. Respondi que não, que doeria coisa e tal, mas ela veio com argumentos sobre as novas técnicas de depilação e eu a imaginar as 'outras coisas', não tive argumentos para negar e concordei.
Ela pediu-me que me pusesse nu enquanto ia buscar os equipamentos necessários para tal feito. Fiquei a ver TV, porém a minha imaginação vagueava pelas novas sensações que sentiria e só despertei quando ouvi o beep do microondas.
Ela voltou ao quarto com um pote de cera, uma espátula e alguns pedaços de plástico. Achei estranhos aqueles equipamentos, mas ela estava com um ar de 'dona da situação' que deixaria qualquer médico urologista sentir-se um principiante.
Fiquei tranquilo e autorizei o restante processo. Pediu-me para que eu ficasse numa posição de quase-frango-assado e libertasse o aceso à zona do tomatal.
Pegou nos meus ovinhos como quem pega em duas bolinhas de porcelana e começou a espalhar a cera morna. Achei aquela sensação maravilhosa! O Sr. 'tolas' já estava todo 'pimpão' como quem diz: 'Sou o próximo da fila!'
Pelo início, imaginei quais seriam as 'outras coisas' que aí viriam.
Após estarem completamente besuntados de cera, ela embrulhou-os no plástico com tanto cuidado que eu achei que ia levá-los de viagem. Tentei imaginar onde é que ela teria aprendido essa técnica de prazer: Na Tailândia, na China ou pela Internet?
Porém, alguns segundos depois ela esticou o 'saquinho' para um lado e deu um puxão repentino. Todas as novas sensações foram trocadas por um sonoro ' A PUUUUTA QUEEEE TE PARIUUUUUUU', quase gritado letra por letra.
Olhei para o plástico para ver se a pele do meu tin-tin não tinha vindo agarrada. Ela disse-me que ainda restavam alguns pelinhos, e que precisava repetir o processo. Respondi prontamente: Se depender de mim eles vão ficar aí para a eternidade!
Segurei o Sr. Esquerdo e o Sr. Direito nas minhas respectivas mãos, como quem segura os últimos ovos da mais bela ave amazónica em extinção, e fui para a banheira. Sentia o coração bater nas 'pendurezas'.
Abri o chuveiro e foi a primeira vez na minha vida que molhei a salada antes de molhar a cabeça. Passei alguns minutos deixando a água gelada escorrer pelo meu corpo. Saí do banho, mas nestes momentos de dor qualquer homem se torna num bebezinho: faz merda atrás de merda. Peguei no meu gel pós barba com camomila 'que acalma a pele', besuntei as mãos e passei nos
'tomates'.
Foi como se tivesse passado molho de piri-piri. Sentei-me no bidé na posição de 'lavagem checa' e deixei a água acalmar os ditos. Peguei na toalha de rosto e abanei os 'ditos' como quem abana um pugilista após o 10° round.
Olhei para meu 'júnior', coitado, tão alegrezinho uns minutos atrás, e agora estava tão pequeno que mais parecia o irmão gémeo de meu umbigo.
Nesse momento a minha esposa bate à porta da casa de banho e perguntou-me se eu estava bem. Aquela voz antes tão aveludada e sedutora ficou igual a uma gralha. Saí da casa de banho e voltei para o quarto. Ela argumentava que os pentelhos tinham saído pelas raízes, que demorariam a voltar a crescer.
Pela espessura da pele do meu tin-tin, aqui não vai nascer nem sequer uma penugem, disse-lhe.
Ela pediu-me para ver como estavam. Eu disse-lhe para olhar mas com meio metro de intervalo e sem tocar em nada, acrescentando que se lhe der para rir ainda vai levar PORRADA!!
Vesti a t-shirt e fui dormir, sem cuecas. Naquele momento sexo para mim nem para perpetuar a espécie humana.
No outro dia de manhã, arranjei-me para ir trabalhar. Os 'ovos' estavam mais calmos, porém mais vermelhos que tomates maduros. Foi estranho sentir o vento bater em lugares nunca d'antes soprados.
Tentei vestir as boxers, mas nada feito. Procurei algumas mais macias e nada. Vesti as calças mais largas que tenho e fui trabalhar sem nada por baixo.
Entrei na minha secção com uma andar igual ao de um cowboy cagado.
Disse bom dia a todos, mas sem os olhar nos olhos, e passei o dia inteiro trabalhando de pé, com receio de encostar os tomates maduros em qualquer superfície.
Resultado, certas coisas só devem ser feitas pelas mulheres. Não adianta nada tentar misturar os universos masculino e feminino.
( Mais um dos mails que me enviam)
Após alguns minutos ela teve a seguinte ideia:
- Por que é que não me deixas depilar os teus 'ovinhos', pois assim eu poderia fazer 'outras coisas' com eles.
Aquela frase foi igual a um sino na minha cabeça. Por alguns segundos imaginei o que seriam 'outras coisas'. Respondi que não, que doeria coisa e tal, mas ela veio com argumentos sobre as novas técnicas de depilação e eu a imaginar as 'outras coisas', não tive argumentos para negar e concordei.
Ela pediu-me que me pusesse nu enquanto ia buscar os equipamentos necessários para tal feito. Fiquei a ver TV, porém a minha imaginação vagueava pelas novas sensações que sentiria e só despertei quando ouvi o beep do microondas.
Ela voltou ao quarto com um pote de cera, uma espátula e alguns pedaços de plástico. Achei estranhos aqueles equipamentos, mas ela estava com um ar de 'dona da situação' que deixaria qualquer médico urologista sentir-se um principiante.
Fiquei tranquilo e autorizei o restante processo. Pediu-me para que eu ficasse numa posição de quase-frango-assado e libertasse o aceso à zona do tomatal.
Pegou nos meus ovinhos como quem pega em duas bolinhas de porcelana e começou a espalhar a cera morna. Achei aquela sensação maravilhosa! O Sr. 'tolas' já estava todo 'pimpão' como quem diz: 'Sou o próximo da fila!'
Pelo início, imaginei quais seriam as 'outras coisas' que aí viriam.
Após estarem completamente besuntados de cera, ela embrulhou-os no plástico com tanto cuidado que eu achei que ia levá-los de viagem. Tentei imaginar onde é que ela teria aprendido essa técnica de prazer: Na Tailândia, na China ou pela Internet?
Porém, alguns segundos depois ela esticou o 'saquinho' para um lado e deu um puxão repentino. Todas as novas sensações foram trocadas por um sonoro ' A PUUUUTA QUEEEE TE PARIUUUUUUU', quase gritado letra por letra.
Olhei para o plástico para ver se a pele do meu tin-tin não tinha vindo agarrada. Ela disse-me que ainda restavam alguns pelinhos, e que precisava repetir o processo. Respondi prontamente: Se depender de mim eles vão ficar aí para a eternidade!
Segurei o Sr. Esquerdo e o Sr. Direito nas minhas respectivas mãos, como quem segura os últimos ovos da mais bela ave amazónica em extinção, e fui para a banheira. Sentia o coração bater nas 'pendurezas'.
Abri o chuveiro e foi a primeira vez na minha vida que molhei a salada antes de molhar a cabeça. Passei alguns minutos deixando a água gelada escorrer pelo meu corpo. Saí do banho, mas nestes momentos de dor qualquer homem se torna num bebezinho: faz merda atrás de merda. Peguei no meu gel pós barba com camomila 'que acalma a pele', besuntei as mãos e passei nos
'tomates'.
Foi como se tivesse passado molho de piri-piri. Sentei-me no bidé na posição de 'lavagem checa' e deixei a água acalmar os ditos. Peguei na toalha de rosto e abanei os 'ditos' como quem abana um pugilista após o 10° round.
Olhei para meu 'júnior', coitado, tão alegrezinho uns minutos atrás, e agora estava tão pequeno que mais parecia o irmão gémeo de meu umbigo.
Nesse momento a minha esposa bate à porta da casa de banho e perguntou-me se eu estava bem. Aquela voz antes tão aveludada e sedutora ficou igual a uma gralha. Saí da casa de banho e voltei para o quarto. Ela argumentava que os pentelhos tinham saído pelas raízes, que demorariam a voltar a crescer.
Pela espessura da pele do meu tin-tin, aqui não vai nascer nem sequer uma penugem, disse-lhe.
Ela pediu-me para ver como estavam. Eu disse-lhe para olhar mas com meio metro de intervalo e sem tocar em nada, acrescentando que se lhe der para rir ainda vai levar PORRADA!!
Vesti a t-shirt e fui dormir, sem cuecas. Naquele momento sexo para mim nem para perpetuar a espécie humana.
No outro dia de manhã, arranjei-me para ir trabalhar. Os 'ovos' estavam mais calmos, porém mais vermelhos que tomates maduros. Foi estranho sentir o vento bater em lugares nunca d'antes soprados.
Tentei vestir as boxers, mas nada feito. Procurei algumas mais macias e nada. Vesti as calças mais largas que tenho e fui trabalhar sem nada por baixo.
Entrei na minha secção com uma andar igual ao de um cowboy cagado.
Disse bom dia a todos, mas sem os olhar nos olhos, e passei o dia inteiro trabalhando de pé, com receio de encostar os tomates maduros em qualquer superfície.
Resultado, certas coisas só devem ser feitas pelas mulheres. Não adianta nada tentar misturar os universos masculino e feminino.
( Mais um dos mails que me enviam)
segunda-feira, julho 7
LINDAS MENINAS
BOA VIAGEM...
A MAR no seu melhor, a ela eu já estou habituada e aos despistes que tão bem a caracterizam, sempre que os mesmos são descritos por ela, então é hilariante.
Na sequência de um deles e que deu origem ao post de hoje surgem-me mais duas pérolas de boa disposição que me arrancaram gargalhadas bem sonantes e saudáveis, pelo que aqui ficam os testemunhos das outras duas "PÉROLAS".
O da Emiele
Querida Mar, podemos fundar um clube!
Ainda por cima acho que conduzo muito bem (cof…cof…) com segurança e bons reflexos, etc. Mas essas ‘coisinhas’ estão sempre a acontecer-me. Já contei no Pópulo duas qual delas a fazer de parceira com essa tua:
a) Uma vez, na estrada, o carro começou a fazer um ruído estranhíssimo e a perder velocidade. Parei. Esperei um pouco, pu-lo a andar com muita cautela e bem chegadinha à direita para não incomodar os outros e aquilo trrrrrrrr, e a desfalecer! Telefono para o Automóvel Clube que me envia um anjo da guarda. Chega o carro do SOS, explico a questão, o homem olha para mim e aconselhe «Ponha-o em andamento, mas vire mais para a esquerda» Andei um pouco e aquilo estava normal. «Agora vire-o mais para a direita» Voltou a fazer. Explicação: estava a andar em cima das bandas sonoras!!!!!!!!
b) Outra vez, anoiteceu, acendo os faróis que estavam bem, mas a luz do tablier apagada. Não era muito grave, mas fazia falta! Imaginei que fosse um fusível e no dia seguinte vou à garagem. O garagista nem me deixou sair do carro, inclinou-se, meteu a mão pela janela e rodou um botão «Já tem luzes!» E tinha. Eu não sabia que existia um botão que liga e desliga as luzes do tablier. Estava desligado!!!
O testemunho da Susete
hehehe!!!!!!! Conheço várias "anedotas" parecidas com o que tu e a emiele descrevem, passadas com amigas minhas.
Comigo Não!
Eu sou uma total analfabeta (usando a tua formula de doutoramento) nunca sequer pensei tirar a carta é que nos carrinhos de choque da feira se colocava os pés no pedal as mãos desligavam-se do volante e se me agarrava ao volante com unhas e dentes era certo que o pé saltava do pedal. Pés e mãos ao mesmo tempo ná. Assim resolvi a questão. Só ando de volvo e com motorista fardado.
E agora digam-me lá se eu tinha ou não razão em transformar estes comentários num POST?
A MAR no seu melhor, a ela eu já estou habituada e aos despistes que tão bem a caracterizam, sempre que os mesmos são descritos por ela, então é hilariante.
Na sequência de um deles e que deu origem ao post de hoje surgem-me mais duas pérolas de boa disposição que me arrancaram gargalhadas bem sonantes e saudáveis, pelo que aqui ficam os testemunhos das outras duas "PÉROLAS".
O da Emiele
Querida Mar, podemos fundar um clube!
Ainda por cima acho que conduzo muito bem (cof…cof…) com segurança e bons reflexos, etc. Mas essas ‘coisinhas’ estão sempre a acontecer-me. Já contei no Pópulo duas qual delas a fazer de parceira com essa tua:
a) Uma vez, na estrada, o carro começou a fazer um ruído estranhíssimo e a perder velocidade. Parei. Esperei um pouco, pu-lo a andar com muita cautela e bem chegadinha à direita para não incomodar os outros e aquilo trrrrrrrr, e a desfalecer! Telefono para o Automóvel Clube que me envia um anjo da guarda. Chega o carro do SOS, explico a questão, o homem olha para mim e aconselhe «Ponha-o em andamento, mas vire mais para a esquerda» Andei um pouco e aquilo estava normal. «Agora vire-o mais para a direita» Voltou a fazer. Explicação: estava a andar em cima das bandas sonoras!!!!!!!!
b) Outra vez, anoiteceu, acendo os faróis que estavam bem, mas a luz do tablier apagada. Não era muito grave, mas fazia falta! Imaginei que fosse um fusível e no dia seguinte vou à garagem. O garagista nem me deixou sair do carro, inclinou-se, meteu a mão pela janela e rodou um botão «Já tem luzes!» E tinha. Eu não sabia que existia um botão que liga e desliga as luzes do tablier. Estava desligado!!!
O testemunho da Susete
hehehe!!!!!!! Conheço várias "anedotas" parecidas com o que tu e a emiele descrevem, passadas com amigas minhas.
Comigo Não!
Eu sou uma total analfabeta (usando a tua formula de doutoramento) nunca sequer pensei tirar a carta é que nos carrinhos de choque da feira se colocava os pés no pedal as mãos desligavam-se do volante e se me agarrava ao volante com unhas e dentes era certo que o pé saltava do pedal. Pés e mãos ao mesmo tempo ná. Assim resolvi a questão. Só ando de volvo e com motorista fardado.
E agora digam-me lá se eu tinha ou não razão em transformar estes comentários num POST?
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